Olhei muitas vezes para estes materiais, pensando nas cobras que se esconderiam lá debaixo... Outras vezes fiquei presa pelo perfeccionismo: as ripas deveriam ser cortadas num tamanho apropriado para a lareira... para tal teria que ter ou pedir uma motosserra... deveriam ser arrumadas não sei onde...
Enfim, finalmente decidi atacar o monstro. Com a foice de cabo comprido fui puxando pilhas de ripas que fui separando por tamanhos (não resisti...), limpei os restos de folhas e de terra que se foram colando durante o inverno e coloquei tudo no palheiro, junto da restante lenha. E não, não havia lá cobras...
Duas horas de trabalho e mais um canto está limpo.
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